Carlangola en cours de constitution

Oct 16, 2009

Angola é já o principal mercado da Carldora, que concebe e fabrica sistemas avançados de cofragem, andaimes e escoramentos, prevendo exportar, em 2009, mais de 80 por cento da produção. Aproveitando o caminho aberto pelos clientes - construtoras como a Mota Engil, a Soares da Costa, a Luís da Maia, a Tecnonvia, a Edifer, o Grupo Lena, a Teixeira Duarte e a brasileira Queiroz Galvão - a empresa de Colmeias, Leiria, vem fornecendo sucessivas obras no país da palanca negra. Sobretudo estradas, pontes, hotéis e edifícios residenciais e escritórios, como a sede da petrolífera Total, a maior empreitada em curso.

O próximo passo é a constituição da Carlangola, sociedade de direito angolano criada sem parcerias em regime de investimento estrangeiro directo. O processo fica concluído este mês. A Carlangola é vista, para já, como "uma rampa de lançamento" que possibilitará operar no território com mais liberdade. "O mercado é que vai dizer como será", referem os administradores Emídio Gaspar e Carla Gaspar.

Entreprise familiale fondée en 1976, Carldora se présente comme une pionnière au Portugal et est depuis devenue une société anonyme. Elle fournit des systèmes avancés de coffrages métalliques, d'échafaudages et d'étaiements, de blindage de tranchées, de structures roulantes, etc. Elle développe des produits standard et des solutions sur mesure, en assurant une assistance sur chantier et un plan de montage.

Outre un bureau d'études technique qui recherche en permanence des solutions polyvalentes, fonctionnelles et multifonctionnelles, l'entreprise dispose d'une autonomie de fabrication à partir de la matière première, avec un haut degré d'automatisation et de robotisation.

Qualidade, precisão, durabilidade, rapidez na montagem e desmontagem são, de acordo com Emídio Gaspar, mais-valias que distinguem a empresa no respectivo sector. "O produto é altamente desenvolvido e qualquer peça está direccionada a várias soluções.

Estamos permanentemente a fazer estudos de obra, o que nos obriga a desenvolver a melhores preços. A durabilidade também é importante e privilegiamos o metal", afirma o fundador. A empresa começou por ter êxito em Setúbal, na década de 70. Nos anos 80 investe em maquinaria e passa a fabricar.

Ainda na mesma década inicia o fornecimento de obras públicas. A exportação é inaugurada nos anos 90 para a Alemanha. Além de Angola, a Ca~ldora vem investindo em Moçambique e no Norte de África. O avanço das' construtoras no Magreb, nomeadamente, tem gerado espaço para a empresa de Colmeias, que emprega 50 pessoas e em 2009 prevê atingir um volume de negócios de quatro milhões de euros.

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